melancolia é um porre, um porre mesmo. daqueles que vêm e grudam, sabe !? mas como todo porre, vai embora. assim, do nada. e de uma hora pra outra estamos bem, felizes de novo, alegres de novo, rindo de novo. melancolia empata com a tristeza. a única diferença é ter uma razão pra estar triste, o que não é o caso. o escuro nos permite ouvir melhor, perceber aqueles barulhos que na claridade e na correria do dia não percebemos. o escuro não é acolhedor, traz medo, insegurança. mas eu gosto. o escuro tbm conforta, nos faz pensar, refletir. no escuro percebemos o quanto é importante aquilo que vemos, assim como aquilo que ouvimos. ouvimos e deixamos passar. ouvimos e deixamos de captar. ouvimos e deixamos de responder. o pior mesmo é a melancolia, ela traz inspiração, mesmo que não seja a inspiração mais colorida, mais divertida. quando estamos felizes, estamos felizes e pronto! não precisa explicar, não precisa descrever. afinal, pra quê perder tempo explicando a felicidade ?! pra quê perder tempo tentando explicar a felicidade ?! nada de afirmou, explicou! afirmei, não quero explicar e pronto! afirmo que a saudade é boa e que a SAUDADE dói. ainda preciso explicar ? existem coisas que não precisam de explicações, principalmente das explicações mal explicadas, dos exemplos maus dados. ih, os exemplos. o mundo tá cheio deles. e muito dos piores exemplos, pouco dos bons exemplos e carente dos realmente ótimos exemplos.
que bom que os sonhos são grátis, ainda que sejam abandonados pelo caminho. ainda que sejam desperdiçados. ainda que sejam altos, quase impossíveis. quem bom que existem bons exemplos e que esses bons exemplos sejam expostos à claridade, à sociedade, sem maiores questionamentos. apenas apresentados para serem seguidos e não copiados. as copias são bem frágeis. imitações são bem fajutas e o original é único, e por que não o escuro ? sim, um sonho pra seguir, um porre pra tomar, uma tristeza para se deliciar, uma saudade pra chorar e uma escuridão inteira e imensa pra refletir. ah o escuro... prefiro o escuro.
- antigo :~~

agora ele está sozinho, com seus próprios sentimentos e anseios, com seus próprios medos e sua própria vergonha. ninguém o pode ver ou o sentir; assim como ele não pode ver ou sentir alguém.
é tudo tão novo e escuro. e quando a máscara cair, a cortina se abrir e o espetáculo começar ?
ele vai querer a mesma diversão, o mesmo ócio e a mesma privacidade de antes. tadinho... tão bobinho, tão inocente.
mas ele saberá o que fazer, mesmo quando achar que não; mesmo quando tiver de apresentar um show não ensaiado. o importante, afinal, é fazer o público gostar do que vê, do que paga pra ver; e sempre gosta.
ele aprenderá a hora certa de sorrir, de chorar e de emocionar seu público. só os mais fortes conseguem fechar seu espetáculo com chave de ouro; e disso ele sabe bem.
redescobri o quanto é bom ouvir spice; fale o que quiser, mas tem energia e fez parte da minha insigne infância (hahaha!).
o legal é ver, mesmo depois de tanto tempo, que as caracteríscas das meninas (agora mulheres) continuam tão forte quanto antes; a posh continua toooooda posh, a baby... bom, a baby continua meiguinha como sempre, a sporty está um pouco menos sporty, a scary beeem scary com um escândalo na mala e a ginger sempre a giger sem ser necessariamente ginger, entende ?!
agora crescidas, casadas e com filhos elas prometem uma turnê e tanto. e quem sou eu pra duvidar ?! quem me dera um show aqui pertinho ^^
mas tá...
e este período, que costumam chamar de férias, está regado de música, seriado, pizza, hambúguer, sorvete, amigos e tudo mais o que tem direito; inclusive o tédio clássico que não vem ao caso agora :~~
dois posts seguidos :O
tempo sem postar, criatividade zero... mas a gente se arranja C;
menos de uma parte, sim. ele me avisou, tentou dar o primeiro passo, discutir a relação, acabar com o desentendimento, mas, como sempre, achei que estava no domínio e que ele não me faria mal. ele se revoltou, quis dar o troco, simplesmente ignorei. o que ele poderia me causar, afinal ? tolinha que eu fui. ele conseguiu me derrubar diversas vezes. e sei que não foi tão difícil assim. mais uma vez ele me chamou pra briga e mais uma vez ignorei e quis mostrar o quão mais forte sou ou deveria ser. não quis nem saber, continuei com meu plano que parecia infalível, acima de qualquer expectativa e dessa vez eu estava determinada a vencer, mesmo que me custasse muito cansaço e exaustão. o sol cegava meus olhos, a fadiga tomava conta de mim. não podia parar, tinha que mostrar que eu mandava. pelo visto e se rebelou mais uma vez e resolveu acabar com a palhaçada. a conversa não foi tão amigável como das outras tantas vezes. não precisou uma só palavra, mas foi como se ele tivesse me intimado: pára ou eu páro você! - eu fingi não ouvir, foi pior assim, mas tinha de ser. mesmo ele me derrubando algumas vezes no passado e eu me fazendo de melhor, ele conseguiu me assustar e dei o braço a torcer. o ar realmente me faltou. a sensação foi horrível. apenas conseguia sentir pessoas se juntando a minha volta. todas pareciam se importar comigo. faziam sombra para me proteger do sol forte e aquele jogo acabou ali mesmo. ele parecia tão satisfeito... a batalha estava perdida, mas há muitas outras pela frente. aquilo me chateou, não gosto de sair perdendo, mas tentarei tirar daquilo uma experiência. relaxar um pouco mais, sabe ?! desacelerar... me preocupar menos com certas coisas.
só pra dizer que essa fase passou ;D
mas a enxaqueca é constante... não, não é sobre nenhum amor platônico :~~