domingo, 2 de março de 2008

não sou atriz, modelo ou dançarina; meu buraco é mais em cima

Quem nunca quis ser famoso que atire a primeira pedra. Ser reconhecido nas ruas e distribuir autógrafos, com certeza, são alguns dos sonhos de muita gente por aí. E, talvez, para ter uma vida desregrada e com direito a tudo e mais um pouco, pessoas vão muito além do sensato para alcançar tal objetivo.
A fama, hoje em dia, tem um sentido diferente. E o único é: aparecer. Não interessa como, quando ou o porquê... Vale tudo para estar nos tablóides, desde sair sem calcinha até aparecer com pó no nariz. Essas bizarrices são mais que comuns no nosso dia a dia.
Mas fica uma pergunta: vale, realmente, a pena se expor dessa maneira?
Na sociedade de hoje, infelizmente, sim. É o que a maioria dos telespectadores quer ver. E, enquanto o telespectador não renegar o tipo de "artista-de-15-minutos-de-fama", esse comportamento continuará em alta.
Se empenhar em algo que se goste de fazer pode trazer bons frutos, inclusive a fama - e de uma maneira positiva. O melhor caminho é saber o que faz e não entrar em furada achando que será a via expressa para a felicidade e o reconhecimento futuro. ;)



post para Tudo de Blog da Capricho - edição 1041
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sábado, 1 de março de 2008

lá fora o céu chora comigo. queria não ver, ouvir e, muito menos, perceber o que aconteceu. mas isso não seria maduro.
queria, sinceramente, poder fazer algo. mas acho que não é de bom feitio me meter nessa situação.
tenho muito o que crescer e aprender. e espero que essa seja somente uma fase. somente mais uma fase.
queria que essa dor fosse embora. não pela dor em si, mas pelo motivo dela... e que tudo fique bem de novo (yn)



sem condições de escrever algo inteligente.
deixa quieto :~

:'(

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

sábado, 23 de fevereiro de 2008

just pretend to being someone else :~



tudo começa com uma explosão de cores. explosões anunciam que ele está chegando. um começo que já começa no final. um final que acaba sendo um começo. um começo que não tem final.
é, os gritos de alegria ecoam e nem sei o porquê. prefiro não escutar ou, ao menos, fingir que não os ouço. o medo me assombra tanto que prefiro ficar só. mas um só não tão só, um só acompanhado, um só não tão só.
e fecho os olhos, por um instante.
e esse instante foi o suficiente. suficiente para estar só. só e desacompanhada, um só muito só. e o barulho me fazia tão bem, tão bem. e o barulho me fazia bailar, mesmo que fosse com batidas sutis de pés. e o barulho desapareceu. foi-se junto com todas as pessoas ao meu redor.
e só, eu fiquei.
por um súbito momento desejei a multidão de volta, com os murmúrios em meus ouvidos e com manchas por entre piscadas. mas não os quero mais.
no fim das contas, eles não foram embora, não me largaram ou me esqueceram. eu que escolhi ficar. eu que preferi esquecer. aqui fiquei e aqui ficarei até eu achar que basta. até eu achar que já foi o bastante.