quinta-feira, 13 de março de 2008

é que sim. é que não



pode ser um sonho maluco, distante ou um pouco além da minha realidade. mas vou realizá-lo. cedo ou tarde, mas vou.

não deveria pensar em reclamar ou muito menos abrir minha boca para fazê-lo. me sinto realmente mal só em pensar que não dou valor o suficiente pro que tenho e que o que tenho não seja o bastante pra mim. sei que possui muito mais do que, talvez, deveria. mas... sei lá :~
parece que sempre falta algo. parece que sempre falta algo externo.
mas acabo me convencendo que o problema não é o que tenho ou o que deixo de ter; o problema é comigo.
é foda não dar valor às coisas. não que eu tire zero nessa matéria. mas é que eu poderia mais sabe?! talvez se me esforçasse mais um pouco e parasse de sonhar alto; muito alto.
provavelmente se me contentasse com menos seria mais fácil. e esse é problema: não me contentar com pouco. vai... pode pensar o que quiser de mim. pode me chamar do que quiser. não ligo :~
mas na verdade ligo. e se pudesse não ouviria mais ninguém. esse lance de seguir o que, supostamente, é certo está me dando nos nervos já. quem foi que inventou essas regras?

este não é um dos momentos que quero sumir, fechar os olhos e acordar em outro lugar, em outra mente, em outro mundo. é um momento de interiorização.
tá, essa última frase foi ridícula... mas sei lá; ultimamente não tenho sabido muita coisa mesmo []
poderia ser melhor. poderia ser pior. é bom do jeito que está. mas sempre há um modo de fazer diferente, ser diferente. e se não estivesse aqui e, sim, em outro lugar? e se fizesse parte de um outro círculo de amizades? e se, ao invés de matemática, gostasse se filosofia? e o que acontece quando terminamos nossa missão?

ah... quer saber?! já passou da hora de dormir; acho que o sono me faz delirar bastante. agora é hora de ter um conversa em silêncio com tico e teco até adormecer e esquecer de todos os questionamentos de travesseiro porque amanhã é um novo dia. e como tudo que é novo, a gente aproveita até ficar velho o bastante para se desfazer. e esperar o novo de novo. e se desfazer...





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depois que tudo isso passa eu acho tão inútil o que escrevo.



já perdi três pautas pro site :~
tá tenso, mas tá. vou tentar me organizar melhor agora que a net voltou \o/


domingo, 2 de março de 2008

não sou atriz, modelo ou dançarina; meu buraco é mais em cima

Quem nunca quis ser famoso que atire a primeira pedra. Ser reconhecido nas ruas e distribuir autógrafos, com certeza, são alguns dos sonhos de muita gente por aí. E, talvez, para ter uma vida desregrada e com direito a tudo e mais um pouco, pessoas vão muito além do sensato para alcançar tal objetivo.
A fama, hoje em dia, tem um sentido diferente. E o único é: aparecer. Não interessa como, quando ou o porquê... Vale tudo para estar nos tablóides, desde sair sem calcinha até aparecer com pó no nariz. Essas bizarrices são mais que comuns no nosso dia a dia.
Mas fica uma pergunta: vale, realmente, a pena se expor dessa maneira?
Na sociedade de hoje, infelizmente, sim. É o que a maioria dos telespectadores quer ver. E, enquanto o telespectador não renegar o tipo de "artista-de-15-minutos-de-fama", esse comportamento continuará em alta.
Se empenhar em algo que se goste de fazer pode trazer bons frutos, inclusive a fama - e de uma maneira positiva. O melhor caminho é saber o que faz e não entrar em furada achando que será a via expressa para a felicidade e o reconhecimento futuro. ;)



post para Tudo de Blog da Capricho - edição 1041
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sábado, 1 de março de 2008

lá fora o céu chora comigo. queria não ver, ouvir e, muito menos, perceber o que aconteceu. mas isso não seria maduro.
queria, sinceramente, poder fazer algo. mas acho que não é de bom feitio me meter nessa situação.
tenho muito o que crescer e aprender. e espero que essa seja somente uma fase. somente mais uma fase.
queria que essa dor fosse embora. não pela dor em si, mas pelo motivo dela... e que tudo fique bem de novo (yn)



sem condições de escrever algo inteligente.
deixa quieto :~

:'(

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008