domingo, 26 de setembro de 2010

saudade.

Me dê sua mão e seu sorriso, seu ombro ou seu choro. Um abraço apertado, uma despedida chorosa, um final de semana com sua família, festas de pijama e telefonemas aleatórios. Alguma preocupação, curiosidade, perguntas e até brigas. Uma passada aqui em casa, várias loucuras, micos e diversão. me conte segredos, histórias, verdades. Me deixe saber de você e saiba de mim. Conte comigo, me espere, me queira que te quero bem. Não me esqueça...

Ei, me dê sua saudade, pois a minha você já tem.

sábado, 12 de junho de 2010

the birds still sing.

Não faz muito tempo e eu conversava com meu avô sobre presentes de natal. Tinha todo esse clima natalino no ar. Ele ia ser o papai noel de nossa festa, como todos os anos e como era de se esperar ele não via a hora de fazê-lo de novo. Daí ele me perguntou o que eu gostaria de ganhar de natal, mas não necessariamente no sentido denotativo da coisa e, antes que eu pudesse respondê-lo, ele falou o que queria: ver os filhos e os netos felizes, saudáveis e bastava. Sabe, ele não é perfeito, eu sei. Mas pra mim ele é. Ele não é melhor que meus pais, nem que minha avó, nem que meus tios e tias, mas esse amor que ele tem pela família me orgulha. Depois dessa resposta eu tive que repensar na minha, devo confessar. Quando ele terminou a frase com aqueles brilhos nos olhos eu relutei um pouco e acabei respondendo um 'ah vô, não sei...'. Na verdade eu sabia, talvez só estava com vergonha de admitir o que eu realmente queria, acho que por ser um bocado egoísta. Mudamos de assunto.
Todos os meus avós são muito inteligentes, e conversar com eles é muito bom. Me sinto bem só de estar ao lado deles. Não sei se é pelo fato de eles já terem passado por muito nessa vida ou o que seja, mas os entendo mais agora que antes. Sinto mais saudades agora que antes. Ou pelo menos tenho mais consciência disso, vai saber. O fato é que agora me ocorreu que eu continuo querendo o mesmo presente de natal. Mesmo sem espírito natalino. Mesmo com uma distância absurda. Mesmo com essa imensa dúvida se algum dia terei esse presente. E continuo um bocado egoísta, mas nem por isso deixo de querer ver minha família feliz, saudável. Me sinto tão mal agora quanto senti naquele dia, pelo mesmo motivo, apenas em lugares diferentes.
O natal foi estupendo! Típico de família, todo mundo junto, se divertindo. E comendo. Se tem uma coisa que a gente faz e faz bem é comer. E se divertir. O papai noel, como em todos os anos, estava lá. Com aquele sorrisão no rosto, com os olhos brilhando. Se orgulhando a cada momento por estarem todos reunidos, independente do presente. Na verdade o presente a gente ganha todo dia. A vida é um presente e a minha família é minha vida.



Ah, só estou com saudades deles. De todos eles. E ouvindo meu novo cd.

sábado, 29 de maio de 2010

O fato é: eu realmente queria ser mais engajada com o blog e tal. Mas por algum motivo eu não consigo.
Devo dizer que as vezes eu bem gostaria de ser uma Liz da vida... Pagar muitos micos, feder um pouco, ser odiada e amada por todos e se divertir com isso. Ok, passo a parte do 'feder um pouco', isso não é nada agradável. Mas ter um Jack, nem que seja pra puxar a orelha ou pra dar conselhos, seria bem agradável. Ou um Floyd, ou um piloto Carol, ou um Drew. A Tina só aproveita HAHA

Eu tenho um professor que diz não ter problemas, sabe? De cara sei que ele tem um: parecer com o cara lá da propaganda do bombril. Digo, esse não é o maior dos problemas, mas ah, parecer com o careca do bombril não é um sonho de uma vida, né? Mas enfim, ele diz que não tem problemas. Quer saber? Acredito nele. Acho que dá pra viver uma vida sem problemas. Os problemas, na maioria das vezes, a própria pessoa que cria, seja por palhaçada, seja por necessidade de se sentir problemática. Acredito nisso também, de as pessoas gostarem de se sentir problemáticas. Receber um pouquinho de atenção aqui, um 'que coitadinho' acolá. É sempre assim. Os mais 'fortes' e não 'problemáticos' não costumam receber esse tipo de atenção. Por vezes são até tachados de arrogantes e prepotentes. Mas os piores de todos são aqueles arrogantes e prepotentes problemáticos. Se você se encaixa nesse último, amigo, arranje ajuda. Sério, conheci uma pessoa assim e convivi BEM de perto, pra ser mais exata. Não é legal.

Mas como o assunto é não ter problemas, então vamos lá! Não me considero uma pessoa com problemas. Digo, crio essas coisas de 'coitadinha' as vezes. Mas quando você olha pro lado e vê uma pessoa que realmente tem problema é que você começa a ver que o que você tem é banal. Não estou dizendo pra você se apoiar na desgraça alheia, longe disso. É só pra dar valor pro que se tem. Mas se você não quiser, tudo bem, não estou aqui pra dar lição de moral em ninguém também, né? Nem em mim mesma - que me devo, não cumpro meus próprios horários e consigo me atrasar pros meus próprios compromissos.
Como já dizia um poeta (oi?) 'Que vida boa, sapo caiu na lagoa' (-q???)


Gente, gente! Revista No Divã amanhã heeeein! Todo mundo ligado!